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Fotografias do tempo, as majestosas árvores de Beth Moon

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A árvore do sangue do diabo, que vive até 500 anos, endêmica a Socotorá, no Iêmen.

Beth Moon passou quatorze anos de sua vida em busca de árvores raras, antigas e majestosas para fotografar. Algumas delas tão imponentes, que é difícil não se assustar com o resultado. A busca por essas paisagens (por que não dizer cenas?) foi feita com tanto cuidado, que a reprodução merecia atenção tão minuciosa quanto. Cada uma dessas imagens foi impressa através do método Platinum/Palladium, uma técnica pouquíssimo praticada, por cara e trabalhosa, mas cujo resultado inigualável dá à fotografia impressionante nuança de tonalidades.

Ao ver a imagem da Dracaena cinnabari Balf.f. (1882), planta endêmica da ilha de Socotorá, no Iêmen, compreende-se o tamanho do trabalho. Popularmente conhecida como a árvore do sangue do diabo (dragon’s blood tree), essa dracena pode viver até 500 anos. 

Não menos impressionantes são os baobás, as figueiras que crescem sobre ruínas de templos antiquíssimos na Ásia. Cada uma dessas árvores conta uma história fantástica que, talvez, esteja prestes a ser perdida.

About Frederico Teixeira Gorski

Frederico Teixeira Gorski é bacharel em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Estudou Teatro na Universidade Estadual de Santa Catarina e iniciou seus estudos em paisagismo com a professora Jane Pilotto, no curso Paisagismo Ecológico. Desde a Psicologia, interessou-se pelo estudo do Espaço Urbano. Em 2011, criou a primeira versão do Jardim de Calatéia como blog, com a intenção de transformá-lo em um portal que reunisse artigos que abrangessem desde a Arquitetura Paisagística, até o estudo botânico, passando pelas artes visuais.